Poemeto Nº 35
ELEVO MEU OLHAR AO CÉU
É tarde da noite
Ouço conversas na rua
E o movimento dos automóveis
Circulam constantemente
Na invasão dos meus pensamentos.
Aproximo-me da janela
Elevo meu olhar ao céu
E contemplo a lua tão bela!
Lembranças avassaladoras voltam
Invadem meu coração
Faz sorrir meu olhar
Enquanto bebo o brilho das estrelas
E sinto o iluminar da lua
Que me faz sentir nua.
Meus lábios teu nome murmura
Com doçura e suavidade
Como que a evocar a sua ternura
Para meu corpo enlaçar.
Porque te sinto tão dentro de mim?
Porque invade meus pensamentos
E faz meu coração estremecer?
Porque não consigo
O teu olhar esquecer?
***
Interação do poeta Imortal
Obrigada amigo,amei.
AO LUAR
Namoro a lua
Cheia,brilhante e intensa!
Como foi nossa paixão
Ao me enamorar da lua
Sinto você em meus braços!
Sinto seu suave perfume
Sua doce e enebriante
Fragrância sedutora
A quem dediquei todo meu amor
Agora?
Só tenho a lua...
Para tentar esquece-la!
Imortal
*Interação do amigo poeta Christiano Nunes enviada via email.
Obrigada poeta,amei!
O GRITO DA URUTAU
(Vaivém Nunix)
A lua no céu deslizando
As matas a iluminar
A urutau triste gritando
As lendas a alimentar.
As lendas a alimentar
A urutau triste gritando
As matas a iluminar
A lua no céu deslizando.
Enquanto tudo acontece
Fico a chamar o teu nome
A saudade prevalece
A tua falta me consome.
A tua falta me consome
A saudade prevalece
Fico a chamar o teu nome
Enquanto tudo acontece.
A lua no céu deslizando.
(Christiano Nunes)
*Interação do amigo poeta Alexandre P Costa
Obrigada amigo,amei!
Desatino D?Amor!
Mais um pouco e é madrugada
E paira aqui um silêncio de nada
A rua deserta, aqui e lá fora
Só me ocorre ir embora
Voltar ao ponto de rebuçado
Aquele de ser amado?
E as estrelas?
Quero ainda vê-las!
Trazem doces lembranças
As tuas loucuras, tuas danças
Sob o céu das noites quentes
Os teus meneios ardentes?
Bailado naquela praia desabitada
E eu a olhar-te, de alma escancarada
Tu, ali como uma deusa, nua
Tanta invídia acirrando a lua
E eu, sempre sedento
A exalar intensamente cada momento?
Pressinto-te naquela bruma
Que no horizonte se apruma
Trouxesse ela o mel dos teus lábios
E subiria minha escala de mercúrios
Tal é a vontade de te amar!
A angústia dentro?
Querer abraçar!
És ainda dentro de mim
Princípio, meio e fim?
Grito-o ao vento
Com a voz do mor portento!
Que eu chegue a ti docemente
No olhar do sol matutino?
Assim luzente
No teu coração entre
E cause, d?amor, o desatino!
Alexandre P Costa