Quanto tempo ainda sobreviverei nesse tempo cheio de desalento? Quantas luas eu ainda irei conseguir sobreviver nesse torpor em que se encontra minha alma? Quantas estações ainda haverá até que o fio da vida seja cortado? Um coração por mais sadio que seja, não é capaz de sobreviver sem amor partilhado ou sem ser acarinhado seja na noite ou a luz do dia, pois o sentimento que abriga meu peito não pode sobreviver enclausurado e sem liberdade para a outro oferecer, até porque não existe ninguém que faça por merecê-lo! Interessante isso! O amor não escolhe abraçar quem o merece, ele simplesmente ama e pronto! E assim, ele acaba provocando em nossa alma, tanto a felicidade, como uma chaga sem cura!