Nessa manhã de chuva fina Sinto-me tão pequenina Um frio gelado Percorre minha espinha Prenuncio de melancolia. Sentada no balanço Com a pena nas mãos E um bloco de papel Vou formando versos sem rimas Tecendo questionamentos E nasce em meu pensamento Uma pergunta ao destino: “Será que ele pensa em mim?”